sábado, 25 de dezembro de 2010

Natal 2010!!

Ow happy day!
Que dia feliz! Um dia cheio de letras 'P'!
Pernil, Perú, Panetone, Pavê, Pêssego...
Mas também tem outras letras!!
Vinho, Champanhe, farofa, bolo, sorvete...
Natal é maravilhoso!

Pena que muita gente se esquece do verdadeiro significado dessa festa... Mas se você quer se relembrar da natal passado onde falei de como as pessoas se esquecem de Jesus, clique aqui.
Mas vamos falar de 2010.
Neste natal o mundo está de pernas pro ar. Diria que está tudo fodido, mas não direi porque não gosto de palavrões. Até o papai noel (anti-Cristo) está corrompido! Veja:


Você levaria seu filho/irmãozinho pra sentar no colo dele?? EU NÃO!

Mas não é só isso. Olha essa versão século XXI da história de Jesus:



E agora o mais pior de ruim.
A Lady Gaga, cantora endemon americana, gravou sua própria versão da canção de natal.




Veja a tradução da letra clicando aqui!
Fiquei parcialmente traumatizado...

E como sempre, vou recomendar um blog que acho sensacional!
Veja a tirinha de natal do Dr. Pepper!



Então é isso aí!!
Quero agradecer as pessoas que me ajudaram a fazer essa postagem sem saber!!
Blog do chato
Dr. Pepper (de novo)
Entrem, porque tem muita coisa legal lá  ;D
(Lembrando que o Dr. Pepper não é recomendado pra moralistas e/ou menores de 18 anos)

Feliz natal! Um ótimo dia, e que ele seja cheio de alegrias para você, seus familiares e amigos!!
Coma bastante e tenha ENO à mão, caso bata uma indigestão!!

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Mudanças íngremes

Bom, caro leitor, amigo, companheiro.
Estou anunciando que irei grandes fazer mudanças no EH.
Após quase dois anos eu notei que estava investindo em um projeto falido. Estava remando dentro de uma canoa furada. Eu gosto muito e estórias e escrevi muitas postagens relatando aventuras de minhas personagens. E até meu livro está parado. Enviei para uma editora em MARÇO/2010, e me disseram que em aproximadamente seis meses, me dariam uma resposta (positiva ou negativa). Mas estamos em DEZEMBRO/2010 e nada foi dito. Nem um SIM, nem um NÃO. E o blog... Poucos leem. Quase ninguém se interessa. Sobre isso, fiz uma postagem a mais de um ano, dia 13/10/2009 falando exatamente isso, mas não publiquei porque não tive criatividade para um bom final, e principalmente, achei que é um tema muito entediante. Um dia a acabo e coloco aqui.
Mas enfim: estava escrevendo muitas estórias e estava super animado com a ideia de conseguir alguns leitores: fiz campanhas, espalhei propagandas pelo emprego e pelo orkut, e fiz até um perfil no orkut no Guilherme do DIÁRIOS!! Mas nada adiantou. Uma porcentagem minúscula da população brasileira lê estórias na internet. Alguns por não ter tempo, todos os outros por preguiça e/ou não gostar de ler.
Por isso, vou parar de escrever crônicas e ficções científicas. Vou enfatizar mais a paste FILOSOFANDO, com Stand Up's e piadas. Vou colocar downloas no blog, e fazer conexão com meu novo blog: OUR GEEK SPACE.
Para marcar um novo período do EH, e apagar de vez as antigas intenções que eu tinha com esse projeto de dois anos que me rendeu uma grande amiga e nada mais (o que já é muito lucro), irei lançar o Espaço Hugo v3.0.
Uma versão totalmente nova, que irá mudar bruscamente o EH, e não gradualmente como foi a versão 1.0 para a 2.0.

Bom, é isso.
Veja minha postagem que natal que colocarei dia 25 (obviamente), e a postagem de reveillon, no dia 31.

Minhas estórias ficarão mofando no porão de arquivos online do EH, na esperança de que um dia alguém as ache e eu ressuscite o Diego, o Guilherme e tantos outros pseudônimos de desabafo.

Então, até a próxima!
Em breve, especial de natal!!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O segredo do Blaster [parte 6]

Eu estava tranquilo. Estava calmo e confiante. Pena que não fui cuidadoso... Espere! Vamos dar um passo de cada vez.
Depois que sai da casa do Pablo, voltei para a padaria. Ao chegar, o Felipe saiu rapidamente, quase não olhando para mim. Me disse apenas:
- Vou embora; preciso fazer uma ligação...
Achei meio estranho, mas igorei.
Minha mãe me perguntou o que fui fazer na casa do Pablo, e eu disse a verdade: os pais dele viajaram e ele me chamou lá para me avisar. Apenas acrecentei uma informação: disse que o Pablo havia me chamado para ir para a casa dele no dia seguinte, e ela disse que eu poderia ir, afinal, eu estava ficando muito tempo na padaria e deveria ir me divertir um pouco com os amigos. Eu não menti. Na verdade o Pablo realmente disse para eu ir para a casa dele. Eu apenas não disse o porquê. Não sei se estou certo, mas eu acho que dizer a informação imcompleta não é a mesma coisa que mentir. Eu disse a verdade. Incompleta, mas não era mentira.
Certo tempo depois, a patroa, amiga e sócia da minha mãe chegou fazendo fof comentando sobre os acontecimentos do bairro. Ela entrou e disse:
- Vocês estão sabendo o que aconteceu?
- Com quem? - perguntou minha mãe.
- Com aquele cara insuportável que tenta arrumar confusão sempre que vem aqui...
- O que foi?
- Depois que ele conseguiu pegar pão de graça aqui, tentou fazer a mesma coisa com o açougueiro.
- Qual?
- O Zé.
- O quê? Ele é doido? Quer morrer?
- E quase que morre mesmo. O açougueiro deu uma porrada que afundou o nariz dele. Depois ele levantou e foi pra cima.
- Putz... - comentei.
- E ai? - disse minha mãe, morrendo de curiosidade.
- O Zé pegou a pexeira.
- Não acredito! Morreu?
- Não. Mas quase perde a orelha. Ela ficou pendurada... E o Zé disse que caso ele tente "roubar" algo no bairro novamente, o sangue vai descer...
- Ainda bem!
- Gui! Não diga isso!!
- Mas agora estamos livres dele! Aposto que ele nunca mais volta aqui, ou pelo menos vai nos tratar  como reis.
- Você tem que confessar que aquele cara é um saco!
- É, mas não devemos nos alegrar pelo mal das pessoas...
Eu não estava desejando o mal... Apenas queria que ele nunca mais me achesse o saco... Mesmo que para isso tomasse uma surra.
Mais um tempo se passou.
Minha mãe me pediu para que pegasse um pacote de farinha de trigo em casa para não precisar ir ao mercado. Ao chegar, encontrei Felipe na Internet que ao me ver, começou a gritar:
- Eu não vou voltar para a padaria! Não quero saber o que aconteceu; eu não volto para lá.
- Você sabe o que vim fazer aqui? Cala a sua boca, senão vou pedia para a mãe para ficar o resto do dia de folga e ela vai te obrigar a ficar na padaria...
- Perdeu o medo ou o juízo? Esqueceu que tenho você e seu "brinquedinho" nas mãos?
- Eu não quero saber! Não vou mais aceitar suas chantagens calado. Se quiser pode contar para nossos pais do Blaster; você não poderá provar...
- Se eu fosse você...
- ... Mas não é! Faça o que quiser; eu não tenho medo.
- Ok, mas não diga que não avisei...
Peguei a farinha e votei para a padaria. Não queria saber o que o Felipe pretendia fazer. Agora que o Blaster estava escondido na casa do Pablo e seus pais não estavam, eu podia ficar tranquilo. Pelo menos por enquanto.
Não se passaram mais de 30 minutos e o Pablo me liga:
- Gui! O pior aconteceu!
- O que foi?
- Meus pais estão voltando!
- O quê? Como assim?
- Eles me ligaram desesperados dizendo que ligaram para eles avisando que eu estava em perigo e que eles deveriam voltar imediatamente!
- Quem fez isso?
- Não me disseram.
- Vem pra cá; quando você chegar nos falamos. Minha mãe está vindo. Vou desligar.
Ele veio correndo, escondeu o Blaster no terreno baldio e ao chegar, me explicou o que havia acontecido:
Alguém disse que o Pablo e toda a casa estava em perigo; não era nada concreto, mas que "ele" (a pessoa que ligou) havia visto pessoas suapeitas rondando a casa. Os pais do Pablo deram meia volta no carro e ligaram avisando que estavam voltando.
- Gui - disse Pablo -, precisamos esconder o Blaster.
- E eu já discuti com meu irmão dizendo que não ligo prara o que ele faz, então se deixar-mos o Blaster muito tempo no terreno baldio, o Felipe pode contar tudo para meus pais ou os seus, ou os de qualquer um que saiba sobre o Blaster!
- Calma! Temos que pensar em algo. Mas quem será que ligou para meus pais?
- Você ainda tem dúvidas? Só pode ter sido o Felipe!
- Felipe? Mas ele não sabia que meus pais viajaram e nem que o Blaster estava na minha casa!
- Mas quando eu voltei da sua casa ele disse: "Eu vou para casa; tenho que fazer uma ligação". Como ele descobriu eu não sei, mas eu tenho certeza que foi ele.
- O que fazemos?
- Não temos escolha; eu tenho que implorar perdão para ele e pedir para ele cuidar do Blaster até seus pais saírem; mas nosso plano já era...
- Depois pensamos em algo. Vamos para sua casa.
Pegamos o Blaster e fomos para minha casa. Lá, eu implorei perdão para o Felipe e me humilhei como um lixo. Ainda bem que somente ele e o Pablo presenciaram. Depois, pedimos que ele cuidasse do Blaster até o Pablo "se livrar" dos seus pais. Eu aproveitei e perguntei se foi ele mesmo que ligou para os pais do Pablo. Ele disse que sim; estava apensando em não contar, mas depois que discutimos, ele ligou para eles voltarem. Isso mostra a pequena parte boa dele. Se ele quisesse, tinha entregado o Blaster e todos os envolvidos no segredo alí mesmo, mas não nos entregou, apenas atrapalhou nosso plano contra ele. Pensando bem, se ele entregasse de cara, a chantagem acabaria. Por mais que eu tente achar algo bom nele, não consigo.
Felipe concordou em escondê-lo em casa até que fosse seguro levá-lo para a casa do Pablo.
Mesmo continuando sobre chantagem, estava mais tranquilo por saber que o Blaster estava seguro.
Mais algumas horas depois, minha mãe percebeu que mesmo usando a farinha de casa, ela precisaria ir ao supermercado. A sócia dele também não estava na padaria, então aproveitei para ligar para a Vi. Contei tudo o que havia acontecido naquele dia cheio e aproveitei para matar um pouco da saudade. Mesmo que isso seja impossível.
Minutos depois, o Pablo liga dizendo que seus pais haviam saído e que ele iria buscar o Blaster. Eu liguei para o Felipe avisando que o Blaster iria embora. Achei estranho ouvir risadas do Felipe ao telefone; geralmente ele só ri em companhia dos amigos, nunca em casa.
Mas continuando: Antes mesmo do Pablo chegar na padaria, Felipe me aparece com o Blaster para entregá-lo.
- Você está louco - perguntei.
- Por quê? Você disse que a mãe não está!
- É, mas alguém pode te ver!
- Não seja exagerado! Seu amigo já está chegando para pegá-lo!
Olhei e vi o Pablo correndo como louco.
- Guilhermeeeeee! - gritou ele, enquanto tentava parar de correr - você não vai acreditar!
- O que foi?
- É uma catástrofe! É horrível! É...
- O QUÊ?
- ...É a sua mãe!
- Você está chamando nossa mãe de horrivel? - perguntou Felipe em tom ameaçador
- Não é isso! É que ela está vindo e vai ver o Blaster aqui!
- O quê!?! Felipe, volte para ca...
- Não! Ela vai vê-lo sair da padaria!
- O que faremos?
Eu fiquei desesperado. Naquele momento, a única coisa que passava pela minha cabeça era que tudo o segredo seria desvendado e que todo o plano para esconder o Blaster em segurança ia pelo ralo.

O EH não é novela da Globo, mas adora fazer suspense! Então não perca o próximo e último capítulo do Segredo do Blaster! Saiba o que vai acontecer e quem/o que é o Blaster!
Façam suas apostas!
Tchau! Até a prixima e comente!!

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Entrega para Hogwarts [perte 2]

Vamos continuar. Eu parei quando um avião civil estava prestes a nos ver. O piloto estava tentando concertar nossa camuflagem para que o piloto não nos visse. A camuflagem é simplesmente um holograma que impede que sejamos vistos. Câmeras externas filmam um lado da nave e o projetor passa as imagens do lado posto da nave. Assim, quando olham para ela, veem apenas a prejeção do que está atrás dela, fazendo com que fiquemos invisíveis. Mas o nosso SC (sistema de camuflagem) estava danificado, e inves de nos deixar "invisíveis" ele progetava no ar a imagem da própria nave, fazendo com que parecesse que haviam várias naves idênticas voando em sequencia.
Quando vimos o avião, nos desesperamos. O piloto da RB entrou rapidamente debaixo da mesa de comandos para tentar reparar a camuflagem. Ele me ordenou que abrisse na tela o manual de intruções de manutenção. Eu abri, e ele me disse que eu deveria ditar o passo-a-passo. Eu o fiz:
- ... corte o cabo roxo de energia.
- O grosso ou o fino?
- Aqui não diz!
- Mas tem que dizer!!
- Deve ser o que está ligado ao sistema de holografia!
- Isso é óbvio! Se não houvessem dois, eu não perguntaria!!
- Então levanta e venha ver se aqui especifica qual cabo roxo!
- Espera! Esse não é da holografia... Cortei!
- Acho que está errado...
- Por quê?
- Porque acendeu uma luz vermelha com alerta de perigo!
- Caramba! Eu cortei o cabo de propulção de estabilidade!
- Que seria?
- Resumindo, a energia que nos mantem no ar.
- Seu burro! Vamos morrer! E na primeira metade do sécuo XX!
- Espera, vou ativar o SPS.
- Tradução?
- Sistema "pulos de sapo".
- Não gosto desse nome.
Ele ativou alguns comandos e e continuamos caindo. Eu comecei a gritar, mas ele mando que eu ficasse calma. Quando chegamos a água, a nave bateu, mas logo os motores deram um "estouro" que nos jogaram para frente e para cima. E assim ficamos, pulando como sapos, até ele arrumar a merdinha que ele fez. E o mais irônico é que o holograma ainda estava ativado, então enquanto puláva-mos, cópias da nave nos seguia.
- Arrumei! - disse ele enquanto ganháva-mos autitude.
- Agora já é tarde! O piloto nos viu!
- Vou ligar a comunicação; ele deve estar repassando o comunicado aos oficiais.
Ao ligar, o ouvimos dizer que ele havia avistado um objeto voador não identificado, que se parecia com uma meia lua oval, plano como uma pizza e com forma de uma placa torta. Disse também que nosso movimento era como de um disco ou pedra lançado sobra um lago. Eu ainda tinha uma forte impressão de que já havia ouvido algo muito parecido, mas não me lembrava de onde. Mas ao continuar ouvindo a ligação, me lembrei. A pessoa com quem falava o chamou de comandante Arnold. Foi ai que me lembrei. Desliguei a comunicação (para que não me ouvissem) e disse:
- Eu sabia! Esse piloto que nos viu é Kenneth Arnold!
- Acho que já ouvi falar dele...
- Eu já! Estudei quase um trimestre sobre ele! O início da Ufologia moderna se teve em 1947 quando Kenneth Arnold registrou a visualização de um objeto que ele descreveu como um disco lançado sobre águas e que a imprenssa espalhou como "disco voador".
- Pera ai, então o que ele viu e mudou a história era a RB?
- Exatamente! Na escola, discutimos várias vezes sobre o que poderia ser. Uma nave alienígena de verdade não pdia ser, afinal, nenhuma nave fica voando em atmosfera terrestre sem autorização.
- A MIB mantém a ordem na Terra à anos, mas não sei dizer se em 47 já existia...
- Não. Na verdade, a MIB nasceu apartir das investigações de OVINIs que se iniciaram depois do caso Roswell.
- E o que faremos?
- Deixar a história seguir seu curso. Após investigações, serão concluídos que os destroços de naves são balões metereológicos, e que os ETs, ou melhor, nós, eram um grupo de pássaros migrando. Mas não entendi porque ele nos comparou e um prato cortado ao meio...
- Bem, enquanto estava embaixo da mesa, eu consegui fazer alguns reparos na camuflagem, mas não foi o suficiente para voltarmos a ficar completamente escondidos. Vou ativar a projeção interna. Ela vai mostrar uma miniatura da nave aqui dentro.
Ele ativou o sistema e podemos visualizar como a nave estava por fora. Realmente ela estava bem parecida com um desenho que Kenneth fez:
Esse era Kenneth Arnold. Na foto, ele está segurando um desenho que fez do objeto que descreveu. Como a invisibilidade da nave estava parcialmente ativa, a RB ficou com uma aparência parecida com o que ele desenhou.
- Ok, vamos voltar para casa. A bateria está acabando e eu vou trocá-la.
Ele trocou e bateria. Em certo momento ele me pedio para que levasse a bateria vazia para os fundos da nave. Eu o fiz. Quando voltei, ele me pedio para sentar e disse que iriamos voltar para 2009. Eu apertei os cntos e esperei até ele ativar a viagem. Ele apertou o botão e fomos jogados no váquo interdimencional (ou algo parecido).
Eu gritei com toda a força e me descabelei, o que é normal quando se viaja no tempo; mas após acabar-mos, recebi uma notícia preocupante.
- Bruna?
- O que quer, comandante?
- Aconteceu algo estranho...
- O quê? - pergubtei com medo.
- Não estamos em 2009...
- Como assim??
- Viajamos apenas alguns meses; estamos na madrugada do dia 14 de junho de 1947.
- Mas como? Como é possível? Você programou para o dia em que saímos?
- Claro que sim! Talves tenha dado algum erro no sistema de coordenadas temporais... Mas eu não mexi em nada relativo a isso embaixo da mesa de comandos!
- É... - Disse Carlos, antes do Daniel o cutucar.
- Vocês tem algo a dizer?
- Bom, sem querer apertamos alguns números nesse controle...
- ELE MUDOU AO DESTINO DA VIAGEM PELO CONTROLE DO ACENTO!
- Eu devo ter cruzado algum cabo acidentalmente embaixo da mesa...
- Desculpa... - disse ele com voz tímida.
Me sentei ao lado deles e segurei sua mão:
- Não foi culpa sua; pelo menos não dessa vez. E se fosse, acidentes acontecem...
- É verdade Carlos! - disse Daniel - Lembra de quando eu deixei cair água na escada e metade da turma rolou três andares? Foi um acidente.
- E eu também já cometi muitos erros; uma vez na aula de magia, misturei muito ácido de salamandra à poção e a reação fez com que uma fumaça rosa tomasse conta da sala e todos os alunos começaram e tossir com gosto de lodo nas bocas...
- Viu? Até a Bruna que é uma super agente e uma bruxa excelente já cometeu erros na vida.
- Teve também uma vez que coloquei sódio na poção ao invés de glicose e ela virou uma "bolha viva". (não aguentei e ao lembrar das coisas que fiz, comecei a rir). E uma vez deixei cair chocolate na cadeira do pior professor da agência e ele ficou uma hora e meia sentado nele, e quando levantou, a mancha tina tomado a bunda inteira dele [kkkkkkkkkkkkkk] ele nem pode usar mais aquela cauça branca por que a mancha nunca saiu!
Eu poderia continuar horas relembrando besteiras que fiz sem querer e de propósito, mas o comandante me interrompe:
- Bem, não queria interromper, mas temos que voltar para nosso século.
Nos sentamos e mais uma vez nos preparamos para viajar no tempo, mas antes de sair de 1947, derrubamos um balão metereológico... Agora que sei o que aconteceu, estou ligando uma coisa à outra e acho que aquele balão que derrumabos é o que William "Mac" Brazel encontrou em sua fazenda, fazendo com que o "caso Roswell" se espalhasse. Caso você não conheça esse caso, clique nesse link para ver o artigo sobre ele na WIKIPÉDIA.
Outro dia eu conto como foi o final da nossa viagem dara Hogwarts.
Até a próxima e comente!!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Informe AIDT:


  Através desta mensagem, a AIDT (Agência Interplanetária de Defesa à Terra) imforma que o agente Diego Lopes Sanches (codificação DLS-1902) não poderá postar temporariamente neste blog.
  Caso você acompanhe as histórias do Espaço Hugo 2.0, deve ter notado que à alguns meses o Diego não escreve aqui. O motivo é que ele, assim como sua esposa Bruna, estão em seu planeta natal Cassatroi e não podem se comunicar com ninguém na Terra a não ser através da AIDT. Por isso, não tem postado, e também por essa razão ele não os avisou antes: Ele já havia pedido à AIDT para enviar mensagens ao Hugo Castro (autor e webmaster do blog), mas por se tratar de um civil (não agente), passaram-se meses até que a autorizações fosse liberada.
  Mas nesta 5ª feita, 04 de novembro, a autorização foi dada, e a mensagem do Diego foi transmitida para o responsável pela atualização do blog.
  Juntamente com a mensagem, foi transmitida a continuação da postagem que narra a missão da Bruna, entitulada "entrega para Hogwarts". Agora, é responsabilidade do escritor do blog Hugo de Castro postar o final da história, assim como esta mensagem redigida pela agência.

  Concluindo: Assim que estiver em solo terrestre, Diego colocará suas histórias no blog, o que provavelmente ocorrerá somente no ano terrestre de 2011.
Até lá, o civil Hugo irá manter atualizada a história vivenciada e narrada pela agente Bruna.

Sem mais
  Atenciosamente,
      Diretor de relacionamentos externos AIDT-BR