terça-feira, 11 de agosto de 2009

O início de uma bela história [parte final]

Capítulo 2: O reencontro Depois de alguns anos sem ver ou ouvir falar da Bruna eu a reencontrei numa festa da agência. Na verdade ela me reencontrou. Eu estava em uma mesa com uns amigos quando um deles disse que uma garota estava jogando um charme encima dele. Todos olhamos em direção da tal garota, mas eu disse sem pensar duas vezes: - Você acha que aquela gata vai olhar pra alguém como você? Um magricela vesgo e com cara de gay? - Como se você fosse muito bonito! - Mais que você eu sou! - É, não que eu queira puxar o saco do Diego mas parece que ela esta olhando mesmo para ele - disse o Eduardo, um dos meus amigos - Olha só como ela olha diretamente para ele! - Eu vou dar um sinal; (eu dei um sorriso e um thauzinho). - Eu disse! Depois do sinal do Diego ela devolveu o sorriso! - Quer saber, eu vou la; até parece que ela vai dar bola pro Diego comigo estando perto! Então ele foi, conversou com ela uns segundos e depois voltou com cara de bunda mal-lavada: - É, ela quer falar com o Diego ¬¬ E fui correndo. Quando cheguei perto dela disse: - Oi gata, você quer falar comigo? - Quero sim... Diego. - O Ebert te disse meu nome? -Não... É que eu tenho uma boa memória; lembra das aulas de teatro do professor Abadir? Eu te beijei por quatro meses; - Bruna? Nossa! Como você mudou; você esta mais... - Gostosa? Eu sei. E posso dizer o mesmo de você. Deve estar pegando muito... - Nem tanto... Mas eu estou surpreso por você ter lembrado de mim... - Como eu disse, tenho a memória ótima. Lembro até que você beija muito bem. - Eu tive uma ótima companheira de estudos. - E como vai "o diabinho da turma"? - Eu estou tão mau falado assim? - Não, é que Diego é uma alteração do nome Diogo que é um dos nomes do diabo. - Eu já ouvi falar disso, mas na verdade Diogo é um nome espanhol que significa "instruído" e no latim significa belo. E dizem algumas superstições que Diego indica uma pessoa dotada de forte magnetismo e muita capacidade de liderança. - Uau! você andou estudando. - Digamos que gosto de saber curiosidades referentes à Terra. - E o que você tem a dizer sobre meu nome? - Bom, eu conheci um bruno uma vez e pesquisei o significado do nome dele a pedido do mesmo, e descobri que em algumas línguas pode significar moreno, mas no germânico significa brilho e luminosidade. E algumas pessoas dizem que esse nome indica uma pessoa calma e diplomática, que consegue tudo o que deseja pela capacidade de convencer, nunca pela força. a liderança que revela vem mais da sua capacidade de analisar corretamente cada situação do que de um talento inato, o que não é o caso do meu nome. - Não vai me dizer que você também sabe o significado de Abadir, o nosso antigo professor? - Abadir é um nome grego que significa pedra, assim como Pedro no latim. - Você é surpreendente. Eu me lembro também que você era um dos melhores alunos da nossa turma. - Antes de eu nascer Deus me perguntou se eu queria ser inteligente, bonito ou humilde. Eu disse inteligente, o que demonstrou que eu seria humilde, e por isso além da inteligência deu também a beleza. - Você acredita nessa lenda da humildade, inteligência e beleza? - Não, mas eu sou mesmo inteligente, humilde e bonito. Bom, mais bonito que humilde. - Nisso eu tenho que concordar. - E então, quer relembrar as aulas do Abadir? - Essa foi a pior cantada que eu recebi hoje! - Foi mal... - Não se preocupe, ontem um cara me disse que tinha uma sujeirinha no dente e perguntou se eu queria que ele a tirasse com a língua... - Essa não foi apenas ruim; Foi nojenta. - Nem me fale. Além disso, para um cara me beijar deve me provar que merece. - E como se faz isso? - Mostrando que é tudo que eu procuro num homem: beleza, humildade, inteligência... - (EM PENSAMENTO) Até ai tudo bem... - ...bom humor, cavalheirismo, "pegada"... - (PENSANDO DENOVO) Se prepare que lá vou eu... - ...e principalmente sensibilidade! É difícil achar um homem sensível hoje em dia. - O último item não pode ser trocado por DINHEIRO? - Não. Dinheiro eu tenho bastante, afinal, tenho a mesma profissão que você e todos aqui nesta festa. Mas um homem que sabe decifrar uma mulher e compreender seus sentimentos é que eu preciso. - Então eu vou fazer umas aulas e daqui a um tempo eu te ligo... - Espera seu bobo! Você me parece eu cara sensível... - Querida, se você quer sensibilidade esta no lugar errado. Sabe aquele meu amigo, o Ebert? Ele matou um boi com as mãos e uma faca cega com 14 anos. O Eduardo botou 7 homens pra dormir sozinho usando apenas um pedaço de pau com 10 anos. E eu, deixei um Pit Bull banguela usando apenas as mãos quando tinha 8 anos... - E eu transformei 3 pastores alemães em hamburguer com 7 anos e um caneta. Sensibilidade é muito mais que corarem filmes melosos e ficar inconformado porque fulano morreu na novela... Ser sensível é prestar atenção em detalhes quase imperceptíveis que podem acabar fazem uma grande diferença. (então ela fechou os olhos) Vamos fazer um teste: qual a cor dos meus olhos? Então eu comecei a pensar e lembrei que eram claros. Azuis não eram, eu sabia. Verdes também não, pois tinham uma cor uniforme e os verdes geralmente têm castanho claro misturado. Cor-de-mel também não, afinal, eu lembraria de tal semelhança entre nós. Então eu comecei a relembrar da época da escola. Depois de beijá-la eu sempre a cumprimentava e ela respondia com um sorriso. E então eu vi em minha mente aquele sorriso em seus olhos e seus olhos cinzas me olhando com ternura. - E então, não vai responder? - Cinzas. Eles são cinzar. Ela sorriu. - Parabéns, é o primeiro que ganha um beijo na primeira tentativa. - Mas quer saber, eu não quero mais; eu pensei muito e agora estou cansado. - Você vai me beijar nem que seja amarrado! Então ela me agarrou e me deu um beijo que até doeu. Eu me lembro de sentir um sabor leve de carmush (uma bebida cassatroiana feita de champanhe, chá de maçã, limão e mel). Se eu tivesse a permissão de voltar no tempo eu adoraria ver a cara dos meus amigos quando me viram dar aquele beijo na Bruna ^^ . Com certeza o Ebert estava Se corroendo de inveja. Mas Pelo Menos Eu pude desfrutar da cara de bosta pisada dele durante o resto da noite enquanto nós conversávamos e os dois ficavam de vela. Na verdade não foi a noite toda, porque o Eduardo pegou uma gata depois de algum tempo e só o Ebert ficou de castiçal. Depois de alguns dias ele me confessou que estava feliz por estarmos juntos e que não teria chances com ela, o que é verdade. Depois de alguns meses foi o Aniversário da Bruna e eu lhe dei de presente um per de alianças de prata com detalhes em ouro 9 quilates. Bem humilde perto da aliança de casamento que eu comprei 8meses depois que tinha dois diamantes lapidados de modo que juntos formam um coração. E só para registrar, um dos diamantes é azul e o outro rosa, e um representa ela e outro eu mesmo. Um diamante legitimamente colorido pode custar de 500 a 1300 reais o milímetro cúbico, e cada aliança tem dois com mais que o dobro deste tamanho. Mas antes de me casar eu tive que que passar por uma missão que eu pensei que não conseguiria passar. Eu fui treinado para sobreviver na selva, em alto-mar, em terras geladas, a aguentar tortura física e psicológica, a comer lesma crua e plantas semi-venenosas e a beber urina para substituir água, mas a mãe da Bruna disse que eu só me casaria com ela se passasse uma semana na casa delas, e la eu pensei que morreria. Mas com o amor da Bruna e sessões de Yoga escondido no banheiro eu sobrevivi a semana no inferno sem xingar o capeta que permitiu que eu me casasse com a diabinha que é fogo na cama. No dia do nosso casamento a capeta, quero dizer, minha sogra, fez questão de pegar o microfone e fazer uma propaganda de mim, dizendo que eu era o genro que ela pediu à Deus e mais um monte de baboseira, mas além de puxar meu saco em público, ela mandou pintar na parede da sala da nossa casa uma foto nossa eu uma mensagem:
"Vocês foram feitos um para o outro; eu nunca vi um casal tão bonito e que se completa tanto. Sem dúvida vocês serão muito felizes. E essa cerimonia de casamento foi a mais bela que eu vi na vida. Com toda a certeza esse é o início de uma bela história."
Fonte de pesquisa para essa postagem: PORTAL BRASIL

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Momento Cassatroi [geografia]

Aqui eu vou postar alguns comentários que eu gostaria de postar dentro das postagens comuns mas decidi não fazê-lo para resumir a história. Pode até ser chato, mas essas postegans extras podem te ajudar a entender um pouco mais de como eu imagino que é certo cenário, pessoa, ocasiões... Então vamos começar. Você deve saber que a Terra é dividida em 5 continentes, e cada um em países, e cada país em estados, e ai por diante. Bom, em Cassatroi é basicamente igual, a principal diferença é que lá só existe um continente e um arquipélago. Segundo estudos feitos no solo submarino ambos já foram unidos, mas após se separarem devido a terremotos houve algo que ainda não sabemos explicar, mas alagou as partes mais baixas do planeta, deixando apenas as mais altas sobre a água. E o mais curioso é que os estudos revelaram que as águas do oceano cassatroiano tinham cerca de 3 gramas de sal por litro d'água, sendo que hoje tem de 15 a 18g/l ( e mesmo assim é baixa em relação à Terra, que tem aproximadamente 35g/l). Outra curiosidade sobre o continente é que é que ele não tem nome. Pode parecer estranho,mas se você pensar bem os nomes servem para diferenciar uma coisa da outra, mas se só existe um não há razão para nomeá-lo. Todas as cidades, estados e países cassatroianos têm nomes terráquios, porque nós consideramos a terra o "planeta mãe de Cassatroi", e por isso copiamos ao máximo tudo que tem a ver com a Terra. O continente de Cassatroi é dividido em 5 países: América, Europa, Ásia, África e Oceania. Geralmente os descendentes de um determinado continente terráquio mora no país cassatroiano correspondente a terra de seus ancestrais, o que não é meu caso, que sou descendente de espanhóis mas vivo na América, numa cidade chamada Brasil. Coincidência? Claro que não. Eu comprei uma casa na cidade Brasil depois que conheci o Brasil da Terra. Fiquei apaixonado por essa terra tão linda e cheia de diversidade. O Brasil é tão extraordinário que ele é considerado ocentro daterra em Cassatroi, porque aqui tem um poucode cada país, tanto nas raças como nas comidas, religiões, línguas, e por ai vai... por exemplo: no Japão todo mundo é parecido, mas no Brasil num mesmo lugar se encontran pessoas negras, brancas, amarelas, orientais, e mesmo que algum brasileiro tenha alguma descendencia japonesa tem uma beleza impossível de se encontrar no Japão (a não ser se tiver brasileiro no meio, é claro). Outro exemplo: aqui tem gente que come macarrão, kibe, yakisoba, churrasco e sushi. Mas também tem aqueles que comem aipim, outros que comem macaxeira e outros que preferem mandióca. Aqui tem de tudo um pouco, e está presente em cada pedaço do planeta. Eu amo o Brasil, e sou orgulhoso de estar em uma missão Δ (delta) aqui e me considero um pouco brasileiro.
Exagerei um pouco na última ^^
Obrigado ao Google pelas fotos.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

O início de uma bela história [parte 1]

A enquete que eu pus aqui no blog recebeu milhares de (2) votos, e assim como prometido a próxima história minha aqui no blog será terror, mas somente a próxima! Por enquanto eu vou contar como eu conheci a Bruna, minha esposa. Agora, você deve estar perguntando porque essa antes das outras? Bom, essa é mais curta. Além de que a Bruna não vai parar de encher meu saco enquanto eu não postá-la. Então vamos lá!
Capítulo 1:
Os primeiros enontros
Bom, tudo começou na escola. Em Cassatroi temos um ditado que diz: "quando o namoro começa no pátio da escola e vai para a sala de aula vai acabar na diretoria". Mas este caso foi especial. Ele já começou na sala. Vou explicar; Nós dois estudamos na escola preparatória de agentes da AIDT, mas la não é como nas escolas normais. Lá, os futuros agentes entram aos 8 anos e desde então são preparados para serem agentes, aprendendo desde matemática (1+2) até línguas (cassatroiano e mandarim que é a língua oficial da Aliança Galáctica e todos os planetas falam). Quando os alunos completam 12 anos eles deixam suas turmas de aula básica e começam a estudar apenas as matérias que desejarem, as que serão necessárias no futuro, dependendo da classificação que escolher (A, B, Γ ou Δ).
[Se você não se lembra, veja o 4°capítulo da missão em Londres]
E foi na turma de artes cênicas que eu conheci a Bruna. Eu tinha 13 anos e ela 12. Eu não entrei para o teatro assim que acabei a 5ª (e última) série básica porque eu queria fazer aulas de linguagens corporais também, e o meu conselheiro disse que seria melhor eu fazer um de cada vez, porque o 1° ano de cada matéria era o mais exaustivo porque tem mais conteúdo teórico, e então eu comecei LC (linguagens corporais) primeiro. Um ano depois entrei em AC, na mesma turma que ela. Nas primeiras aulas eu nem reparei nela. Foi na metade do primeiro ano que eu a conheci. Nós iríamos começar a estudar beijos, que segundo nosso professor é extremamente importante para um agente Γ ou Δ, para influenciar os sentimentos de outras pessoas. Pode parecer mesquinho, mas é necessário. O professor deu uma introdução teórica na primeira aula, mas na segunda ele disse que formássemos duplas, ou melhor, casais para treinarmos na prática o que havíamos aprendido na aula anterior. Por ironia do destino, desejo de Deus ou simplesmente sorte eu estava sentado ao lado da Bruna naquele dia, com que tive que fazer casal até o final do curso sobre beijos. Mas eu não me apaixonei por ela no primeiro dia; nas primeiras aulas em dupla nos aprendemos a dar o famoso beijo cenográfico, que nem pode ser considerado um beijo de verdade. Depois de algum tempo, nos começamos a aprender o beijo cenográfico perfeito, que é um beijo "falso" onde usamos um método de usar a língua fora das bocas que deixa o beijo mais real , porém também não é um verdadeiro beijo. Mas aquele dia chegou. O dia em que começamos a aprender o beijo verdadeiro. Naquela aula o professor Abadir (que é a versão grega de Pedro) disse algo muito importante para convencer os alunos a se beijarem:
- Bom alunos, eu percebi que muito de vocês ficaram animadinhos ao saber que esta aula seria sobre beijos verdadeiros. percebi também que muitos ficaram constrangidos.Mas não devem. Durante uma missão Γ ou Δ vocês não podem dar beijos cenográficos em outras pessoas, a não ser outros agentes disfarçados, é claro. Então é preciso que vocês aprendam a beijar outros de modo apaixonante e hipnotizador. Mas vocês devem se lembrar de que é proibido se apaixonar por pessoas que fazem parte da missão, e que vocês estão nesta sala para aprender, e não para paquerar, portanto tirem esses sorrisos maliciosos dessas caras ranhentas. (Ele era divertido, porém sempre usava expressões ultrapassadas ¬¬)
Antes de beijar a Bruna pela primeira vez nós conversamos, para "quebrar o gelo", e ela disse que ainda não tinha beijado ninguém. Bom, verdade seja dita, eu também nunca tinha beijado nenhuma mulher na boca (além de selinhos em primas :P) mas quis passar um ar de confiança para ela. Mas ela ainda estava nervosa, tanto que mordeu minha língua. Mas foi bom. Eu quase afoguei ela em saliva mas foi bom. Você deve estar pensando que depois disso nós namoramos e depois nos casamos, e vivemos felizes para sempre. Mas não foi bem assim. Nós continuamos nos beijando até acabar as aulas de teatro, e depois não nos falamos por um bom tempo. Não levamos nenhum sentimento daquelas aulas, nem mesmo amizade, porque sabíamos que aquilo fazia parte da vida de um agente e não poderíamos ficar envolvidos por causa daquilo.
Na verdade nem queria. Ela não era, digamos, muito atraente. Tinha um sorriso lindo e olhos cinzas, mas não era uma miss. Não ainda.
[Caso você nunca teve o privilégio de ver um olho cinza, eu coloque uma foto neste link, mas devo avisá-lo (a) que esse olho não é da Bruna. A pele dela não é esse bagulho da foto.]
Eu vou para por enquanto, mas depois você vai saber como eu me reencontrei com a Bruna e o que aconteceu depois. Até o próximo capítulo e não esqueça de comentar!

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Parabéns!!!

Hoje é uma data muito especial. É o aniversário de alguém que amo muito. Não do japonês paulista da TV e ném dos gêmios norte-americanos nascidos na Itália que trabalham na Disney. E sim de uma das razões da minha existência. A melhor boleira que eu ja tive o prazer de conhecer e herdar parte de seu código genético e história. Uma mineira batalhadora, honesta e cheia de amor. O mínimo que eu possa fazer é essa simples homenagem que talvez ela nem veja, mas mesmo assim eu quero demonstrar mesmo simplesmente meus desejos de saúde, paz e prosperidade.
Parabéns para
minha avó!

Mas parabéns também pro Dylan, pro Cole e pro Yudi...

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Rotina diária

Em breve todas (ou quase todas) as escolas do Brasil irão voltar ao período escolar referentes ao 3° e ao 4° bimestre, então eu postei esta animação que representa essa rotina exaustiva que todos nos estudantes (pelo menos é como nos chamam) temos que enfrentar.